REVISTA
 

 
 
Revisão Sintética das Dissertações e Teses Portuguesas sobre Educação em Enfermagem
Queiroz, Maria Cristina, *, *
Resumo
Objetivos: Revisar e sintetizar as dissertações e teses portuguesas que abordam a educação em enfermagem. Materiais e métodos: Pesquisa efetuada em dezembro de 2016 no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) e nos sites de instituições de ensino superior portuguesas identificadas como não pertencentes ao RCAAP, mas consideradas relevantes para o estudo. A estratégia de pesquisa foi realizada em quatro momentos: 1 - Educação OU educação para a saúde OU formação OU prática OU teoria OU educação em enfermagem; 2 - Ensino OU aprendizagem OU treino OU pedagogia OU tutoria OU desenvolvimento de conhecimento; 3 - Enfermagem OU enfermeiro OU cuidar e 4 - [Educação OU formação OU educação para a saúde OU prática OU educação em enfermagem] E [enfermagem OU enfermeiro OU cuidar]. Resultados: Foram identificados 53 dissertações e 19 teses, com maior frequência entre os anos de 2011 e 2016 e com utilização de investigação qualitativa. A temática mais estudada é a formação inicial em enfermagem. Conclusões: evidencia-se o contributo dos estudos realizados neste âmbito para a prática dos cuidados, formação inicial e contínua dos enfermeiros.
Palavras-Chave
educação, formação, enfermagem.
Abstract
Objectives: To synthesize the main conclusions of dissertations and theses in the field of education and nursing sciences held in Portugal. Materials and methods: Review of the literature, based on research done in December 2016 in the Scientific Repository of Open Access in Portugal (RCAAP) and on the websites of some institutions previously identified for not integrating the RCAAP. The research was carried out with the following strategies: 1 - "Education OR education for health OR training OR practice OR theory OR education in nursing"; 2 - "Teaching OR learning OR training OR pedagogy OR mentoring OR development of knowledge" 3 - "Nursing OR nurse OR caring"; 4 - "Education OR training OR education for health OR practice OR education in nursing AND nursing OR nurse OR care". Results: A total of 53 dissertations and 19 theses were identified, with the highest frequency between 2011 and 2016, using qualitative research. The initial training in nursing is the most studied area. Conclusions: it is evident the contribution of the studies carried out in this scope to the practice of nursing, initial and continuous training of nurses.
KeyWords
education, training, nursing.
Artigo

INTRODUÇÃO

A educação em enfermagem constitui-se como uma área vasta de conhecimento, com especificidades em cada país, relacionada com as características sociais, políticas, económicas e culturais, que definem a particularidade da identidade e função do enfermeiro em cada contexto. Apesar das diferenças territoriais, é comum a finalidade basilar de formar enfermeiros para o exercício profissional e de garantir o desenvolvimento de competências em níveis ou ciclos mais avançados de formação.

No contexto português, a enfermagem cruza-se com a educação, quer na prestação de cuidados diretos, quer nas intervenções de educação para a saúde, quer na formação contínua de enfermeiros ou na área de ensino em contextos de formação inicial e pós-graduada. Já nos anos 40 do século XX, existiam atividades de formação contínua em algumas áreas de enfermagem, como a saúde pública e a puericultura (OE, 2008). No final dos anos 90 surgiu um aumento das competências atribuídas pela graduação, nomeadamente, ao nível de formação, gestão e investigação em enfermagem (OE, 2008). Persiste a preocupação constante no desenvolvimento e manutenção das competências dos enfermeiros, como forma de alcançar a excelência no exercício, também consignada no artigo 88º. do código deontológico (OE, 2015).

Importa enquadrar as alterações ocorridas na formação em enfermagem nas últimas décadas, para melhor se compreender a produção científica realizada.

Com o emergir de mestrados na década de 90 e de doutoramentos em enfermagem a partir de 2001, a produção científica feita por enfermeiros aumentou, de modo significativo. Até então, os enfermeiros optavam por outros domínios do conhecimento nos ciclos de mestrado e doutoramento, como por exemplo, em ciências da educação, psicologia da educação ou áreas afins, pois eram os enfermeiros na carreira do ensino que mais frequentemente procuravam o grau académico de doutor. Assim, também se verificou o estreitar da relação entre a enfermagem e a educação.

De um mestre espera-se que desenvolva competências ao nível do rigor e compreensão da metodologia científica, enquanto que de um doutor se espera competências mais avançadas, de modo a que consiga produzir conhecimento novo a partir da investigação que desenvolve, que acrescente saber inovador à disciplina, ao mesmo tempo que ganha autonomia e competência crítica investigativa. Deve ter a capacidade para comunicar aos seus pares e à comunidade académica os saberes na área em que é considerado especializado (DL nº 74/2016). Foi reconhecida alguma dispersão e heterogeneidade nos fenómenos que foram objeto de estudo nos doutoramentos em enfermagem realizados em Portugal, o que conduz ao questionamento se tal facto se deve à “juventude da disciplina” de enfermagem (Lima Basto, 2012). Por outro lado, evidencia que existe uma tendência crescente da realização de estudos capazes de medir o impacte dos cuidados (Lima Basto, 2012). A educação tem sido uma vertente da disciplina de enfermagem investigada por enfermeiros, mas os enfermeiros também investigam sobre educação aquando dos seus estudos avançados em disciplinas como as ciências da educação. A enfermagem portuguesa deve ser encarada como um paradigma a mobilizar no contributo para o ensino europeu da disciplina (Amendoeira, 2009).

A continuidade da investigação, que se pretende útil, deve basear-se no conhecimento já desenvolvido e nas necessidades que possam ser identificadas. Por isso, é de relevância significativa caracterizar e sintetizar o conhecimento já produzido sobre educação em enfermagem, que possa estar disperso nas duas áreas disciplinares, nomeadamente nos cursos de mestrado e doutoramento em enfermagem, e em educação ou ciências da educação. Os estudos sobre dissertações e teses contribuem para o aumento da qualidade do ensino de doutores e mestres (Boggio et al, 2014).

Esta revisão tem como objetivo descrever, caracterizar e sintetizar o conhecimento resultante das dissertações e teses sobre educação em enfermagem portuguesas, e pretende reunir informação e contribuir para a continuidade da investigação e da translação do conhecimento produzido.

MATERIAIS e MÉTODO

Revisão da literatura, especificamente, dissertações de mestrado e teses de doutoramento, baseada na pesquisa efetuada em dezembro de 2016 no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) e nos sites de instituições de ensino superior portuguesas, com cursos de mestrado e doutoramento que não se encontram incluídas no RCAAP, a saber: Instituto Politécnico da Guarda, Instituto Politécnico de Coimbra (Escola Superior de Educação), Instituto Politécnico de Portalegre, Instituto Politécnico de Saúde do Norte; Instituto Politécnico de Setúbal; Escola Superior de Enfermagem do Porto; Instituto Superior de Educação e Ciência; Escola Superior de Educação de Fafe; Escola Superior de Educação de Santa Maria; Escola Superior de Educação Jean Piaget; Escola Superior de Enfermagem de Lisboa; Instituto Superior de Saúde do Alto Ave; Escola Superior de Enfermagem de São José Cluny; e Escola Superior de Educação Almeida Garrett.

Os termos de pesquisa foram escolhidos atendendo à sua adequação ao contexto português e às características das bases de dados institucionais (Quadro 1).

Quadro 1

Estratégia de pesquisa

Estratégia

Termos de Pesquisa

RCAAP

Resultados

Sites Escolas/Institutos

Pesquisa 1

Educação OU educação para a saúde OU formação OU prática OU teoria OU educação em enfermagem

109

26 resultados

Pesquisa individual diretamente em cada site (escolha a partir do título)

Pesquisa 2

Ensino OU aprendizagem OU treino OU pedagogia OU tutoria OU desenvolvimento de conhecimento

1

Pesquisa 3

Enfermagem OU enfermeiro OU cuidar

316

Pesquisa 4

[Educação OU formação OU educação para a saúde OU prática OU educação em enfermagem] E [enfermagem OU enfermeiro OU cuidar]

91

A amostra foi selecionada de acordo com os seguintes critérios de inclusão: dissertações e teses desenvolvidas na disciplina de enfermagem ou ciências da educação, realizadas em Portugal; documento disponível em acesso aberto ou em restrito; tema principal sobre educação em enfermagem. Foram excluídos: relatórios de projetos ou relatórios de estágios que possam servir, no contexto atual em Portugal, para a aquisição do mestrado profissional; dissertações e teses de outras áreas do conhecimento da saúde ou clínicas, mas não específicas de enfermagem, que abordassem a educação, como por exemplo, cursos de bioética, psicologia, cuidados paliativos. Foram identificados 543 resultados. Após remoção de duplicados e análise dos títulos e resumos de acordo com os critérios de inclusão foram selecionadas 73 dissertações e teses. Uma tese foi excluída por se encontrar em acesso restrito e não termos obtido resposta da autora nem da instituição. Foram analisadas 72 teses e dissertações (Figura 1).

Figura 1 – Estratégia de pesquisa e seleção

A análise dos dados foi elaborada de forma independente por duas revisoras, desde a identificação, análise, elegibilidade e inclusão. A recolha de dados foi realizada para as dissertações e para as teses de forma diferenciada com recurso ao programa Excel®. Foram colhidos dados referentes a indicadores bibliométricos e de caracterização dos estudos: a fonte, ano, instituição, título, número de páginas, metodologia, objetivos, quadro teórico de referência, população, amostra, amostragem, principais conclusões, limitações, sugestões. Optou-se por extrair um misto de critérios bibliométricos e de conteúdo, por nos permitirem aceder a um conhecimento mais profundo da produção científica realizada em Portugal, acedendo deste modo a uma caracterização mais completa da amostra.

RESULTADOS

Apresentamos de seguida os principais achados identificados, especificando os encontrados nas dissertações e nas teses de modo a possibilitar uma leitura mais acessível. Sempre que se justifique evidenciaremos as diferenças encontradas. Dos 72 documentos incluídos, 19 são teses de doutoramento (D) e 53 são dissertações de mestrado (M). Quanto à caracterização da produção científica por anos e instituições podemos referir que entre 2011 e 2016 houve maior produção científica (58,5% - D; 84,2 – T). O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto (ICBAS-UP) lidera nas teses (42,1%) e fica em 2º lugar nas dissertações (26,4%), atrás da Escola Superior de Enfermagem do Porto (45,3%). No que diz respeito às temáticas abordadas, a formação inicial em enfermagem lidera (35,9% - D e 47,5% - T). Os principais objetivos dos estudos são no caso das dissertações os programas formativos englobando o diagnóstico de necessidades, a construção, implementação ou a sua avaliação (41,5%) e no caso das teses o desenvolvimento de competências dos enfermeiros, estudantes ou professores de enfermagem (42,3%). As temáticas das teses preocupam-se mais com as questões da formação inicial, enquanto que a das dissertações com a prática dos cuidados. Quanto ao intervalo de páginas escritas, o mais frequente nas dissertações é entre as 121 e as 150 páginas (28,3%) e, tratando-se das teses, é entre as 201 e as 300 páginas (42,1%), sendo em número superior como expectável. Relativamente ao tipo de estudo e amostragem, grande parte dos estudos inserem-se no paradigma qualitativo (56,7% - D e 47,4% - T). A maioria utiliza o processo de amostragem não probabilístico (81,1% - D e 78,9% - T), nas dissertações as amostras são significativamente constituídas por enfermeiros (51%), enquanto nas teses a maior expressividade vai para as amostras que integram os estudantes do ensino superior (42,1%), o que faz sentido tendo em conta as temáticas preferenciais anteriormente referidas relativamente às dissertações e às teses. No que concerne aos referenciais teóricos mais citados, quer nas dissertações como nas teses são: Ordem dos enfermeiros, Alarcão, Alarcão e Tavares, Perrenoud, Le Boterf, Canário, Watson, Collière, Benner, Abreu, OMS/DGS, Serra, Amendoeira, Figueiredo. Como sugestões / limitações dos estudos, constatou-se que parte relevante das dissertações e teses não indicam limitações do estudo (49,1% - D e 42,1% - T). Contudo, 15,1% das dissertações evidenciam o domínio dos instrumentos de recolha de dados e, no caso das teses, 15,8% referem as condicionantes decorrentes ao próprio processo investigativo (como a demora das autorizações institucionais e comissões de ética). Nas dissertações, as recomendações dos autores são maioritariamente referentes a propostas de investigação (58,6%), como a replicação do estudo em amostras ou contextos mais alargados (43,4%). No caso das teses, as recomendações são, de um modo expressivo, relacionadas com a formação (74,1%). Destas, 47,6% dizem respeito à formação inicial em enfermagem evidenciando-se em 15,8% o conselho de existir uma maior aproximação entre as Escolas de Enfermagem e os orientadores da prática, do contexto.

DISCUSSÃO

A produção científica tanto de dissertações como de teses intensificou-se em todos os domínios do saber nos últimos anos em Portugal. A democratização do ensino concedida pela massificação da escola permite que mais estudantes acedam e concluam os seus estudos nas instituições de ensino superior. Como desfecho da progressão escolar, e com o aumento progressivo da escolaridade obrigatória, surge a ingressão em larga escala no ensino superior e, consequentemente, a conclusão destes cursos por um maior número de pessoas. Vivendo desde os anos de 90 na sociedade da informação e da constante mudança, os enfermeiros vêm necessidade de dar continuidade ao seu desenvolvimento profissional, ingressando por cursos pós-graduados como forma de adquirirem e manterem competências essenciais ao bom desempenho. Esta realidade constitui-se como uma necessidade transversal além fronteiras, onde a educação ao longo da vida é valorizada como a forma de dotar o profissional de competências críticas que o possibilitem transformar a praxis (Oliveira, 2011). A juntar-se a este contexto, Portugal aderiu ao Processo de Bolonha e novos desafios surgiram para o ensino. O curso de enfermagem passou a ser uma licenciatura, com quatro anos de duração (240 créditos), que acompanhou o desenvolvimento da profissão (OE, 2008). O primeiro mestrado em Ciências de Enfermagem surgiu em 1991(UCP, 2016) e o primeiro doutoramento em Ciências de Enfermagem data de 2001(ICBAS) no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, seguido da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa-Universidade de Lisboa em 2004 (ESEL) e da Universidade Católica Portuguesa em 2005 (UCP). É expectável, então, o aumento do número de dissertações e teses produzidas nos últimos anos, tal como nos aponta os resultados do nosso estudo, expressivo entre 2011 e 2016. O número de páginas escritas é superior nas teses, o que se entende pela maior complexidade investigativa que envolve quando comparada com a dissertação. O tempo do estudo é maior e daí as limitações se prenderem com dificuldades no processo como a demora na obtenção de autorizações. Nos mestrados como a inexperiência do investigador é provavelmente maior, parece-nos justificar as limitações encontradas referentes ao instrumento de colheita de dados (desde a sua construção à sua aplicação).

O interesse dos enfermeiros pelas ciências da educação tem sido também crescente. Provavelmente, no início, seria pela inexistência de mestrados e doutoramentos na área da enfermagem, o que obrigava à procura de outras áreas do saber para os que queriam continuar a sua carreira académica. A enfermagem assume desempenhos cada vez mais preponderantes na vida das populações, quer na identificação de necessidades como na promoção e na proteção da saúde da pessoa, das famílias e da comunidade (Stein-Backes, 2014). No contexto clínico, as competências na educação para a saúde, enquanto formador e enquanto orientador de estudantes na prática são representativas. Na docência é inquestionável a contribuição da educação no desenvolvimento das competências pedagógicas e da gestão da formação. Adicionalmente, nos últimos anos emergiram cursos pós-graduados direcionados para a supervisão clínica e na área da educação em enfermagem, também fundamentados pelas diretivas da Ordem dos Enfermeiros relativas ao conceito de acreditação de idoneidade formativa do contexto de prática clínica (OE, 2010). A Escola Superior de Enfermagem do Porto é um exemplo desta realidade e contribuiu grandemente para a nossa amostra ao nível de dissertações através do seu mestrado em supervisão clínica em enfermagem.

O interesse pelo estudo das questões relacionadas com a formação inicial em enfermagem, surge por parte dos profissionais (tanto orientadores da prática clínica, como professores das escolas) como forma de dar resposta a uma necessidade de desenvolver competências pedagógicas transferíveis para a prática profissional. As inquietações surgem do contexto clínico e os resultados são devolvidos a esse mesmo contexto. São disso exemplo as preocupações inerentes à relação pedagógica como forma de possibilitar melhores resultados de aprendizagem nos estudantes, capazes de serem visíveis no quotidiano. Nas dissertações as preocupações vão mais para o contexto de cuidados (como os programas formativos de intervenção), enquanto que nos doutoramentos vão mais para a formação inicial, talvez por o grau de doutor ter sido até há poucos anos, sobretudo alcançado pelos docentes de carreira, realidade que está actualmente a mudar. Cada vez mais se assiste a enfermeiros da prática a ingressar nos cursos de doutoramento. Pelo referido, justifica-se as amostras nas dissertações serem maioritariamente compostas por enfermeiros e nas teses por estudantes do ensino superior.

A procura de metodologias inovadoras de aprendizagem mais adequadas à formação de adultos, e que sirvam de complemento ao ensino tradicional, é um facto presente nas dissertações e teses estudadas. Alguns estudos internacionais corroboram esta ideia, no sentido de enfatizar esta preocupação em aprofundar conhecimento sobre estratégias de aprendizagens mais eficazes em contextos específicos (Carvalho et al, 2016). Realçamos a fundamentação das teses e dissertações em enfermagem com autores como Rui Canário, que sendo uma referência na área da educação de adultos, dá voz à especificidade do ensino nesta fase da vida, onde a motivação, os objetivos e as histórias de vida individuais marcam a diferença na forma como cada um aprende; Isabel Alarcão, que sublinha a reflexão como a chave para a aprendizagem; e também, Donald Schön, para temáticas relacionadas com a reflexão durante e após a ação, e a reflexão sobre a reflexão na ação (também inspirado em Dewey, considerado o pai da reflexividade). Estes autores contribuíram para uma forma diferente de planear e implementar a educação em enfermagem. Se não vejamos, nas escolas de enfermagem e nos ensinos clínicos é frequente ouvirmos falar em “reflexão diária ou semanal segundo o ciclo de Gibbs” (Gibbs, 1998), ou reunião de grupo/individual no final do dia de ensino clínico, com o objetivo de refletir sobre os pontos positivos e os aspetos a melhorar. E, de um modo geral, os estudantes têm a partir destes momentos excelentes pistas de aperfeiçoamento que podem ir potenciando ao longo do tempo. Perrenoud e Le Boterf são autores incontornáveis quando falamos de competência (saber manifestado em contexto) e também identificados nos documentos analisados. Os enfermeiros da prática também questionam as suas práticas e desenvolvem estratégias formativas em contexto, capazes de impulsionar o desenvolvimento de competências em tempo útil.

O fim último de toda a ação formativa é o desenvolvimento de competências/saberes nos formandos, pelo que definir o perfil de competências de quem ensina se torna tão crucial e é assunto de alguns estudos que integram esta revisão. Também importante parece ser a identificação de competências a adquirir por quem aprende (alguns dos estudos em que nos focámos centram-se nesta questão). A formação inicial em enfermagem é, assim, a categoria que mais reúne as principais conclusões dos estudos analisados, sendo uma das sugestões referidas, o estreitar das relações existente entre as escolas de enfermagem e os contextos da prática (orientadores de ensino clínico), como forma de relacionar-se de forma fluida o saber teórico e a componente prática. A não existência de dicotomias entre estas duas realidades conduz a benefícios em termos de aprendizagem. A partir das dissertações emerge uma sugestão que queremos salientar, a de dar continuidade aos estudos primários efectuados, como forma de se contribuir para o desenvolvimento da ciência nas áreas estudadas.

CONCLUSÃO

A educação em enfermagem é uma área que traz contributos imprescindíveis para a prática dos cuidados e para formação inicial e contínua dos enfermeiros. Este estudo procurou sintetizar a produção científica produzida em Portugal neste âmbito. Adequar aos contextos o conhecimento inovador produzido e alargar os estudos a outas realidades é o grande mérito da investigação. Alavancar sinergias favoráveis ao desenvolvimento de saberes capazes de produzir ganhos na qualidade dos serviços prestados, tendo como alvo os utentes, enfermeiros ou estudantes é o caminho para se alcançar a evolução.

Limitações

Estudo baseado em investigações disponíveis em websites. Deste modo, dissertações e teses imprimidas e arquivadas nas bibliotecas institucionais foram excluídas.

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