Vol. 28 N.º 1 (2024): Revista Científica Pensar Enfermagem
Artigos originais

Comunicação em Saúde: na Voz de Pacientes Internados

Sonia Souza P.
Estudante de Enfermagem. Centro Universitário Ingá, Maringá-PR, Brasil.
Silva Letícia Botelho
Estudante de Enfermagem. Centro Universitário Ingá, Maringá-PR, Brasil.
Rosa Daielle V.L.
Estudante de Enfermagem. Centro Universitário Ingá, Maringá-PR, Brasil.
Bio
Ferreira Gabriele C.S.
Estudante de Enfermagem. Centro Universitário Ingá, Maringá-PR, Brasil.
Reis Gislene A. X.
Doutora em Enfermagem. Docente no Centro Universitário Ingá, Maringá-PR, Brasil.

Publicado 09-10-2024

Palavras-chave

  • Comunicação em Saúde,
  • Equipa de Assistência Médica,
  • Equipa de Enfermagem,
  • Perspetiva do Paciente

Como Citar

Sonia, S. P. de S., Botelho da Silva, L. ., Vitória de Lima da Rosa, D., Caroline Sposito Ferreira, G., & Aparecida Xavier dos Reis , G. . (2024). Comunicação em Saúde: na Voz de Pacientes Internados. Pensar Enfermagem, 28(1), 89–95. https://doi.org/10.56732/pensarenf.v28i1.316

Resumo

Introdução
A comunicação em saúde possui um papel crucial no processo terapêutico do paciente nas unidades de internamento, desse modo é necessário desenvolver um vínculo entre profissionais de saúde que prestam o cuidado, o paciente e/ou seus respetivos acompanhantes. Uma comunicação falha pode resultar em complicações no tratamento, afetando tanto o paciente quanto a equipe de saúde responsável pelo cuidado.

Objetivo
Investigar a perceção do paciente sobre a comunicação em saúde.

Métodos
Abordagem quantitativa, realizado com pacientes de idade superior a 18 anos, com mais de 24 horas de internamento em enfermaria, de um hospital de alta complexidade, localizado na região noroeste do estado do Paraná.

Resultados
Totalizou 98 pacientes, sendo 58% mulheres, idade x ̅ = 66,4; 6,6 anos de estudo; tempo médio de internamento de quatro dias. A perceção quanto a comunicação foi satisfatória: equipe médica (93,9%); enfermagem (96,9%); informação sobre o motivo de realizar exame laboratorial (63,3%); questionamento sobre presença de reação alérgica (77,6%). Oportunidades de melhoria nesse processo: tratamento programado (16,3%); necessidade de realizar exame laboratorial (59,2%); e, informação sobre os possíveis efeitos colaterais de medicamentos (31,6%).

Conclusão
A perceção dos pacientes sobre a comunicação foi positiva. Contudo, observou-se fragilidades que podem culminar em falhas assistenciais.

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