Vol. 30 N.º 1 (2026): Revista Científica Pensar Enfermagem
Artigos originais

Nível de Inteligência Emocional em Estudantes de uma Escola Superior de Saúde de Portugal

Isabel Araújo
Doutoramento. Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, IPSN/CESPU, Vila Nova de Famalicão, Portugal
Fernanda Pombal
Licenciatura. Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, IPSN/CESPU, Vila Nova de Famalicão, Portugal
Joana Gonçalves
Licenciatura. Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, IPSN/CESPU, Vila Nova de Famalicão, Portugal
Mariana Nogueira
Licenciatura. Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, IPSN/CESPU, Vila Nova de Famalicão, Portugal
Sandra Miranda
Licenciatura. Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, IPSN/CESPU, Vila Nova de Famalicão, Portugal
Lia Sousa
Doutoramento. Escola Superior de Saúde - Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Viana do Castelo; UICISA: E - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (UICISA:E), Portugal

Publicado 29-01-2026

Palavras-chave

  • Inteligência Emocional; Universidades; Estudantes de Ciências da Saúde; Portugal

Como Citar

Araújo, I. ., Pombal, F., Gonçalves, J., Nogueira, M., Miranda, S., & Sousa, L. (2026). Nível de Inteligência Emocional em Estudantes de uma Escola Superior de Saúde de Portugal. Pensar Enfermagem, 30(1). https://doi.org/10.71861/pensarenf.v30i1.446

Resumo

Introdução

A formação em saúde requer elevados níveis de inteligência emocional, o que implica o desenvolvimento de competências que permitam reconhecer compreender e gerir eficazmente as emoções promovendo, no futuro Professional, o crescimento emocional e intelectual.

 

Objetivo

Avaliar o nível de Inteligência Emocional de um grupo de estudantes do ensino superior que frequentavam cursos da área das ciências da saúde, explorando a relação entre a Inteligência Emocional e variáveis sociodemográficas.

 

Métodos

Estudo quantitativo, descritivo e transversal, realizado em fevereiro de 2024. A recolha de dados foi feita através de um questionário com dados sociodemográficos e a Escala de Inteligência Emocional de Schutte, validada para Portugal. Participaram 178 estudantes de uma instituição privada no Norte de Portugal. Os dados foram analisados com o IBM SPSS Statistics (29.0), utilizando estatística descritiva e inferencial.

 

Resultados

Os participantes demonstraram um nível elevado de Inteligência Emocional, com uma média do score total de 72,20%. A idade e o estado civil apresentaram uma associação significativa com a perceção das emoções, e o sexo, com a perceção das emoções dos outros. Os estudantes com maior Inteligência Emocional eram, tendencialmente, mais velhos, casados ou em união de facto, portugueses, do sexo feminino e frequentavam o curso de Licenciatura em Enfermagem.

 

Conclusão

Evidencia-se que os participantes demonstraram competências para gerir e compreender as suas emoções e as dos outros, apresentando um nível elevado de Inteligência Emocional. Contudo, há necessidade de integrar estratégias individualizadas que promovam o desenvolvimento da Inteligência Emocional, contribuindo para uma formação mais completa na formação dos profissionais de saúde.

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